Muito já se falou sobre Conservatória, sua simplicidade, seus encantos, suas casas com nome de música, a serenata que corre a cidade durante a madrugada... Não sou o primeiro, nem serei o último, a se emocionar com a paz e a tranquilidade desse lugar simplesmente encantado, ou encantadoramente simples. Perdi a conta de quantas vezes estive por lá, a primeira em janeiro de 1983.Desde então, durante mais de 25 anos passei férias, feriados e fins de semana no Hotel Fazenda Vilarejo. Lá, criamos uma família, filhos cresceram juntos. Os meus mais velhos desde 7 e 5 anos de idade; o mais novo, desde a barriga.
Hoje somos um grande grupo - se contarmos todos os cúmplices, passamos de 300 - que se encontra no Rio de Janeiro. Desde a turma que tem hoje por volta de 12 anos até os que já passaram dos 30, além de todos os pais. Nós nos encontramos, todos os anos, no Carnaval de Conservatória, mais precisamente no Carnaval do Hotel Vilarejo.
A culpa é de Lili e João, desse casal anfitrião maravilhoso. Sua família se juntou a de todos nós, desde que tudo começou. Sem perder a simplicidade, sem esmorecer na luta, cultivando a humildade e a sabedoria de quem trabalha – e muito – pondo o coração no dia a dia.
Em 1995, fundamos o nosso bloco, o Vai-Quem-Vem. Com orgulho dizemos que nosso bloco não cabe na avenida. Para que o final do bloco chegue à praça da apoteose de lá, é preciso seguir em frente, muito além do fim da rua. Porém, com muito mais orgulho podemos dizer que, se nosso bloco não cabe na avenida, “tanto riso, tanta alegria” não cabem dentro de nós.
Não há competição, não há jurados, notas, concorrentes ou inimigos. Apenas a alegria de pôr os pés na avenida e a boca no mundo. Cantando os sambas que, no fim das contas, falam de nós mesmos, de tudo que vivemos nesses anos todos. Coube a mim fazer as letras dos nossos enredos, emolduradas por melodias sempre marcantes: duas delas com Ruy Quaresma – meu parceiro musical há mais de 40 anos; treze em parceria com Lúcia e Orlando – amigos e parceiros de samba e de Vilarejo desde o início.
Convervatória e o Vilarejo estão lá, à espera de quem quiser sorrir. Nosso Carnaval continua, sempre pronto a receber mais um folião que queira curtir. Os sambas estão aí do lado, à espera de quem quiser ouvir.
Hoje somos um grande grupo - se contarmos todos os cúmplices, passamos de 300 - que se encontra no Rio de Janeiro. Desde a turma que tem hoje por volta de 12 anos até os que já passaram dos 30, além de todos os pais. Nós nos encontramos, todos os anos, no Carnaval de Conservatória, mais precisamente no Carnaval do Hotel Vilarejo.
A culpa é de Lili e João, desse casal anfitrião maravilhoso. Sua família se juntou a de todos nós, desde que tudo começou. Sem perder a simplicidade, sem esmorecer na luta, cultivando a humildade e a sabedoria de quem trabalha – e muito – pondo o coração no dia a dia.
Em 1995, fundamos o nosso bloco, o Vai-Quem-Vem. Com orgulho dizemos que nosso bloco não cabe na avenida. Para que o final do bloco chegue à praça da apoteose de lá, é preciso seguir em frente, muito além do fim da rua. Porém, com muito mais orgulho podemos dizer que, se nosso bloco não cabe na avenida, “tanto riso, tanta alegria” não cabem dentro de nós.
Não há competição, não há jurados, notas, concorrentes ou inimigos. Apenas a alegria de pôr os pés na avenida e a boca no mundo. Cantando os sambas que, no fim das contas, falam de nós mesmos, de tudo que vivemos nesses anos todos. Coube a mim fazer as letras dos nossos enredos, emolduradas por melodias sempre marcantes: duas delas com Ruy Quaresma – meu parceiro musical há mais de 40 anos; treze em parceria com Lúcia e Orlando – amigos e parceiros de samba e de Vilarejo desde o início.
Convervatória e o Vilarejo estão lá, à espera de quem quiser sorrir. Nosso Carnaval continua, sempre pronto a receber mais um folião que queira curtir. Os sambas estão aí do lado, à espera de quem quiser ouvir.
Gerson Jorge